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Silêncio que se vai falar do fado
Silêncio que se vai falar do fado
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6 de agosto, 2020
O centenário de Amália Rodrigues, a eterna diva do fado, foi o pretexto para estarmos à conversa com Paulo Marques e Nuno Martins, dois amigos com um gosto comum: o fado e a Amália, claro está! São autodidactas, um da viola e outro da guitarra portuguesa. Longe de Lisboa, conseguiram construir o seu próprio percurso. Já tocaram ao lado de grandes vozes como Sara Correia, um dos novos valores do fado. Também já actuaram além fronteiras. E orgulham-se de pertencer à geração que "tirou o fado do marasmo que ele viveu na pós-revolução" do 25 de Abril.
“Houve uma altura em que era piroso cantar/ouvir fado”, recorda Nuno Martins. “A partir de 1998, talvez um bocadinho antes, esta rapaziada começou a cantá-lo sem medo, sem preconceito. Acho que a nova geração assegurou-o com um novo charme, há muitos bons músicos, há muitos bons fadistas”, acrescenta.
Leia o artigo na íntegra na edição impressa de 7 de Agosto de 2020.
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